Durante muito tempo, a espada foi a principal arma para combate corpo-a-corpo, sendo usada tanto pela Infantaria quanto pela Cavalaria. Mesmo com o advento das armas de fogo, continuou a ser usada como instrumento bélico.

Muitas espadas tem valor histórico, pelos seus combates ou porque eram utilizadas por pessoas importantes e são preservadas em diversos museus ao redor do mundo. Confira.

A espada de Tomoyuki Yamashita

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Considerado um dos mais importantes generais do Exército Imperial do Japão, Tomoyuki Yamashita fez história durante a Segunda Guerra Mundial. Ele ganhou renome internacional depois de invadir Singapura e a Malásia – este segundo feito lhe rendeu o apelido de “Tigre da Malásia”. Yamashita foi preso, julgado e condenado à morte por inúmeros crimes de guerra, sendo enforcado nas Filipinas em 1946.

O sabre curvo de San Martín

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Considerado um herói sul-americano, o general José Francisco de San Martín y Matorras (mais conhecido como José de San Martín) foi o responsável por libertar o Chile, o Peru e a Argentina das mãos da Espanha. Sua espada, adquirida em uma viagem para Londres, era um sabre que está atualmente em exposição no Museu Histórico Nacional de Buenos Aires – a relíquia sofreu duas tentativas de roubo e hoje em dia está protegida em um gazebo especial.

Nanatsusaya no Tachi

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Também conhecida como Shichishito (algo como “Espada dos Sete Ramos”), esta relíquia foi batizada dessa forma justamente por ter seis protuberâncias em sua lâmina principal, formando assim uma espada de sete faces. Feita apenas para fins cerimoniais – e não para ser utilizada em batalhas –, a arma foi um presente de um rei da dinastia Baekje (um dos três reinos da Coreia antiga) para o soberano de Wa (primeiro nome do Japão).

A espada de William Wallace

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William Wallace foi um cavaleiro escocês que ficou famoso por liderar as tropas da resistência contra a dominação inglesa imposta pelo rei Edward I. Embora tenha sido capturado e executado pelo seu inimigo em 1305, Wallace é lembrado até hoje como um dos principais heróis da história da Escócia. Sua espada está guardada dentro do Monumento Wallace, uma torre erguida na cidade de Stirling para homenagear esse valente guerreiro.

Tizona

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Embora tenha usado uma infinidade de espadas durante sua “carreira”, a mais famosa de todas é a Tizona, preservada até hoje no Museu de Burgos, na Espanha. Foi com essa arma – que mede 103 cm e pesa 1,1 kg – que o guerreiro lutou contra os mouros. A lâmina possui duas inscrições: uma listando sua data de fabricação (1002) e outra citando a oração Ave Maria.

A espada de Napoleão Bonaparte

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O Napoleão Bonaparte é uma personalidade histórica que dispensa apresentações. O imperador francês usou uma série de armas ao longo de sua vida, e, em 2007, uma de suas espadas foi leiloada por US$ 6,4 milhões de dólares. Toda encrustada de ouro, a relíquia foi usada pelo herói durante várias de suas batalhas e oferecida de presente para seu irmão por volta de 1800.

Curtana

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Também conhecida como Espada da Misericórdia, a Curtana originalmente pertencia a Edward, o Confessor, penúltimo rei saxão da Inglaterra. Hoje em dia, ela faz parte das Joias da Coroa Britânia, que é uma série de vestimentas e itens cerimoniais usados pelos soberanos britânicos durante suas coroações.

Joyeuse

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Atualmente em exposição no Museu do Louvre, na França, a Joyeuse é uma espada lendária que pertenceu a Carlos Magno, rei dos francos. Em 800, ele foi nomeado Imperador dos Romanos, título que carregou até o fim de sua vida. O curioso, porém, é que a Joyeuse guardada no museu supracitado pode não ser a arma original usada pelo monarca.

Trata-se de uma espada feita com pedaços de várias outras lâminas, e historiadores acreditam que parte dela veio da Joyeuse original. De qualquer forma, é uma relíquia magnífica – seu cabo é revestido com ouro, e sua bainha é decorada com pedras preciosas.

Fonte: Mega Curioso